domingo, 8 de maio de 2016

o grupo é vítima



Caracteristicas:A crença de que o próprio grupo é vítima,sentimento que justifica qualquer ação,sem limites jurídicos ou morais,contra seus inimigos,tanto internos e quanto externos.                                                                                                                                                          A beleza da viôlencia e a eficácia da vontade,sempre que voltadas para o êxito do grupo;
Argumento:
Os professores estavam ali protestando o que era seu por direito na lei,mais o senhor governador Beto Richa(PSDB) e os deputados queriam tirar aposentadoria que é direito de todos.Foi um massacre imenso onde muitos professores se machucaram,pois o governador autorizou uso de balas de borracha,bombas de efeito moral,spray de pimenta e cachorros para os policiais usa contra os professores.
O ato não foi correto pois ali estava educadores,com um ato covarde o governo massacrou os professores afirmando que tinha vandalos mais não tinha.O governador usou a posição de lider para comandar o massacre nos professores.




Bolsonaro e o fascismo


Bolsonaro sendo fascista: no vídeo acima vemos Bolsonaro sendo fascista em vários pontos, no momento que ele fala que o filho não vai ser gay pois vai ter um pai presente ele esta menosprezando os homossexuais demonstrando-se que ele é completamente contra o movimento LGBT (lésbica, gays, bissexuais, transexuais), também percebemos que ele é contra as cotas raciais quando ele falou que não entraria no avião pilotado por um cotista e não aceitaria ser atendido por um medico cotista, sendo que as costas raciais são necessário para pessoas pobres e de cor de pele diferente pois não tem a mesma oportunidade e privilegio de uma pessoal que cursou escola particular.
Bolsonaro também se demonstrou racista  no momento em que falou que não autorizaria os filhos se relacionar-se  com pessoas negras.
Ele também idolatra os militares da ditadura, ele considera um mal costume a passeata gay sendo que eles só estão tentando ganhar o seu espaço na sociedade sem preconceitos.
Com todas essas afirmações do Jair Bolsonaro podemos concluir que ele é homofóbico, racista e com muitos preconceitos com quem não pensa igual a ele e que tenha diferenças. Com todas essas analises podemos perceber varias características do fascismo.

O pensamento fascista de Trump em 2 reportagens

Veja as polêmicas de Donald Trump, pré-candidato à presidência dos EUA

O empresário aparece com 24% das intenções de voto, segundo enquete do jornal "The Washington Post" em parceria com a emissora de televisão ABC News, divulgada nesta segunda (20). Após a pesquisa, porém, ele se envolveu em uma discussão com o respeitado senador John McCain, de seu próprio partido, e alguns analistas avaliam que isso poderá lhe custar muitos votos. Outros, porém, acreditam que, quanto mais Trump “apanha”, mais cresce.

O próprio Partido Republicano parece bastante dividido, com alguns de seus membros claramente preocupados com a imagem do partido, enquanto outros comemoram o sucesso do candidato perante os eleitores mais conservadores. Na quarta (22), o também pré-candidato Rick Perry, ex-governador do Texas, fez duros ataques durante um discurso, no qual afirmou que Donald Trump irá “destruir o Partido Republicano”. “A candidatura de Donald Trump é um câncer no conservadorismo, e ele deve ser claramente diagnosticado, extirpado e descartado”, afirmou.
Dinheiro
Uma fortuna pessoal de US$ 10 bilhões faz com que o empresário do ramo imobiliário e ex-apresentador de TV não tenha que dar satisfações a doadores, como ele mesmo gosta de alardear. O dinheiro garante a ele liberdade de dizer o que bem entende, e essa fama de “língua solta” rende admiradores.

“(Trump) diz as coisas como elas são”, diz Teresa Brown, uma jovem de 24 anos ouvida pela agência AP. Segundo a jovem eleitora da Carolina do Sul, ele é diferente dos políticos convencionais que “estão sempre preocupados demais em não ofender as pessoas”. Brown diz ainda que seu candidato “não poderia ter escolhido palavras melhores” ao falar sobre McCain.
23/07/2015 05h00 - Atualizado em 23/07/2015 05h00

Donald Trump fala durante o Family Leadership Summit, em Ames, Iowa, no dia 18 de julho (Foto: Reuters/Jim Young)

O empresário aparece com 24% das intenções de voto, segundo enquete do jornal "The Washington Post" em parceria com a emissora de televisão ABC News, divulgada nesta segunda (20). Após a pesquisa, porém, ele se envolveu em uma discussão com o respeitado senador John McCain, de seu próprio partido, e alguns analistas avaliam que isso poderá lhe custar muitos votos. Outros, porém, acreditam que, quanto mais Trump “apanha”, mais cresce.

O próprio Partido Republicano parece bastante dividido, com alguns de seus membros claramente preocupados com a imagem do partido, enquanto outros comemoram o sucesso do candidato perante os eleitores mais conservadores. Na quarta (22), o também pré-candidato Rick Perry, ex-governador do Texas, fez duros ataques durante um discurso, no qual afirmou que Donald Trump irá “destruir o Partido Republicano”. “A candidatura de Donald Trump é um câncer no conservadorismo, e ele deve ser claramente diagnosticado, extirpado e descartado”, afirmou.
Dinheiro
Uma fortuna pessoal de US$ 10 bilhões faz com que o empresário do ramo imobiliário e ex-apresentador de TV não tenha que dar satisfações a doadores, como ele mesmo gosta de alardear. O dinheiro garante a ele liberdade de dizer o que bem entende, e essa fama de “língua solta” rende admiradores.

“(Trump) diz as coisas como elas são”, diz Teresa Brown, uma jovem de 24 anos ouvida pela agência AP. Segundo a jovem eleitora da Carolina do Sul, ele é diferente dos políticos convencionais que “estão sempre preocupados demais em não ofender as pessoas”. Brown diz ainda que seu candidato “não poderia ter escolhido palavras melhores” ao falar sobre McCain.
Donald Trump, candidato presidencial republicano dos EUA e magnata do setor imobiliário e personalidade de TV, exibe sua declaração financeira ao anunciar sua candidatura oficial  (Foto: Brendan McDermid/Reuters)
Veja a seguir as principais polêmicas em que Donald Trump se envolveu desde o início de sua campanha:

Mexicanos
Em 16 de junho, ao apresentar sua candidatura, ele disse: “Quando o México manda gente para os EUA, eles não estão mandando os melhores... eles estão mandando pessoas que têm muitos problemas e estão trazendo esses problemas para nós. Eles estão trazendo drogas, estão trazendo crime, estão trazendo estupradores, e, alguns, presumo, são boas pessoas”. Não satisfeito, fez ainda uma promessa. “Eu construiria um enorme muro. E ninguém constrói muros melhor do que eu, acreditem. E eu o construiria a um baixo custo. Eu construiria um grande muro na fronteira ao sul e faria o México pagar por ele”.

Questionado diversas vezes, Trump não demonstrou arrependimento pelo discurso, reforçado após a fuga do traficante mexicano ‘El Chapo’ da prisão. "O maior senhor da droga do México escapou da prisão. Incrível a corrupção e os EUA pagam o preço. Eu avisei!", escreveu em sua conta no Twitter.  "Nós ficamos com os assassinos, as drogas e o crime. Eles ficam com o dinheiro!".

O empresário não recuou sequer quando foi criticado por celebridades latinas, como Ricky Martin e America Ferrara, ou perdeu participantes, apresentadores e contratos de TV referentes ao concurso Miss Universo.
Neil Young
Também durante o lançamento de sua candidatura, Trump usou a música “Rockin 'In The Free World”, de Neil Young. No dia seguinte o cantor divulgou um comunicado, no qual diz ser eleitor do democrata Bernie Sanders e que nunca autorizou o uso de sua música por Trump. Uma porta-voz da campanha de Trump disse em comunicado que a equipe do bilionário pagou à Sociedade Americana de Compositores, Autores e Editores pelo direito legal de reproduzir a gravação. Dias depois, o bilionário disse que Young era um “hipócrita” e postou numa foto na qual aparece ao lado do cantor, que teria pedido a ele para investir no seu serviço musical Pono.
Nazistas
Uma gafe cometida no perfil do Twitter da campanha de Donald Trump foi atribuída a um estagiário. Uma montagem, publicada em 14 de julho, foi retirada do ar pouco depois que seguidores descobriram que os soldados usados na foto vestiam réplicas de um uniforme nazista da II Guerra Mundial. A foto, retirada de um banco de imagens, aparecia ao lado do rosto de Trump, sob a bandeira dos EUA e uma mensagem que dizia “Precisamos de liderança real”.
(retirado do site: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/07/veja-polemicas-de-donald-trump-pre-candidato-presidencia-dos-eua.html)

REPORTAGEM 2

Isolacionismo e mão dura, realpolitik e militarismo. Donald Trump, provável candidato presidencial republicano para as eleições de novembro, apresentou na quarta-feira em Washington sua doutrina de política exterior. O magnata de Nova York coloca os interesses dos Estados Unidos como bem supremo. Resumiu com o mesmo slogan, “America first”, América primeiro, que nos anos 40 era usado pelo líder e herói da aviação, Charles Lindbergh, contrário à participação do país na Segunda Guerra Mundial. A doutrina Trump combina o rechaço às intervenções internacionais com uma exaltação nacionalista e militar.
O discurso devia servir para realçar o caráter presidencial do candidato. Até alguns meses atrás, quase ninguém o levava a sério e ele era associado mais aos reality shows e revistas de fofoca que à possibilidade de chegar à Casa Branca e ter ao alcance do dedo o botão nuclear.
“Hoje, nossa política exterior é um desastre completo e total”, disse Trump, que retratou a primeira potência mundial como um país que ninguém, nem inimigos nem aliados, respeita.
A equipe do Trump deu a entender que em Washington ele ia aparecer mais sério e presidencial que em seus comícios. Se esse era o objetivo, fracassou. Foi errático e contraditório, mais informal que solene, e não desfez o ceticismo do establishment com a possibilidade de que suceda o democrata Barack Obama como comandante-em-chefe.
Ele defendeu uma política exterior agressiva e, ao mesmo tempo, uma retirada estratégica. Repreendeu os aliados da OTAN por gastarem pouco com defesa e ameaçou deixá-los fora do guarda-chuva norte-americano, mas depois expressou sua vontade de conviver bem com os aliados árabes e com China e Rússia.
Se devemos procurar uma linha comum em sua doutrina, poderia ser definido como o isolacionismo militarista. Não é por acaso que a instituição que organizou o ato tenha sido o Centro para o Interesse Nacional, um think tank fundado pelo presidente Richard Nixon que segue a doutrina do realismo político, ou realpolitik, defendendo que são os interesses, e não os ideais, que devem guiar a política externa de um país. No Conselho de Administração do centro estão as figuras mais ilustres dessa escola, como Henry Kissinger e Brent Scowcroft.
Trump começou repudiando a ideia de que é possível democratizar países “sem experiência ou interesse em se tornarem democracias ocidentais”. Criticou a suposta complacência de Washington com os aliados europeus. Reclamou que os aliados não confiam mais nos EUA: o exemplo é Israel, supostamente abandonado por Obama em favor do Irã. Prometeu derrotar o Estado Islâmico: “Seus dias estão contados”.
A China, segundo Trump, se aproveita da fraqueza dos líderes dos EUA e colocou em andamento “um ataque aos empregos e à riqueza norte-americana”. Não mencionou o México, alvo habitual de seus ataques quando fala da imigração e do livre comércio, mas culpou o tratado com o México e o Canadá, assinado nos anos noventa, pela crise industrial.
O America first se aplica à diplomacia e ao comércio, sob a forma de políticas protecionistas. Trump acredita que o problema essencial dos EUA é que parou de colocar seus interesses antes que os do resto. “Nossos amigos e inimigos colocaram seus países acima do nosso e nós devemos fazer o mesmo, sem deixar de tratá-los bem”, disse ele. “Não vamos entregar este país ou seu povo, à música falsa do globalismo”.
A tradição isolacionista e realista, que nem sempre coincidem, estão enraizadas na direita dos EUA, mas não foi dominante nos últimos anos. O establishment do partido se identificou com o intervencionismo. Alguns neoconservadores famosos, que aconselharam o presidente George W. Bush na véspera da invasão do Iraque em 2003, sugerem que podem votar na candidata democrata Hillary Clinton na eleição presidencial.

Delicado equilíbrio

O discurso abre uma dança delicada entre Trump e o establishment republicano. Ele é um homem que chegou às portas da nomeação descartando boa parte das ideias do partido e insultando alguns de seus membros mais proeminentes. A cúpula do partido está horrorizada com a perspectiva de que seu candidato, seu novo líder, seja um demagogo inexperiente e com uma retórica xenófoba e misógina que assusta os eleitores necessários para ganhar a Casa Branca.
Trump se conecta, como demonstrou nos últimos meses, com as bases, também na política exterior. Há um cansaço de guerras nos EUA, depois da década de guerras fracassadas no Iraque e no Afeganistão. E o livre comércio provoca suspeitas: é visto como causa do desemprego, da realocação de empresas no exterior, da desindustrialização e da estagnação dos salários. Trump recolhe o mal-estar da base e adota posições opostas ao dogma republicano.
Um presidente Trump seria uma ruptura não só com o Partido Republicano, tradicionalmente o partido dos falcões, mas com a política exterior norte-americana. A candidata mais falcão dessas eleições provavelmente seja Clinton
 (retrado do sitio: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/27/internacional/1461777357_701802.html)

ARGUMENTAÇÃO:

Ele  no texto 1 refere-se ao imigrastes mexicanos como estupradores, traficantes, ladrões e outras coisas, disse “Eu construiria um enorme muro. E ninguém constrói muros melhor do que eu, acreditem. E eu o construiria a um baixo custo. Eu construiria um grande muro na fronteira ao sul e faria o México pagar por ele”. Ele considera um mexicano inferior se você ler em outras noticias da para perceber seu descaso com pessoas de outras nacionalidades, ele culpa a crise nos EUA aos estrangeirosA China, segundo Trump, se aproveita da fraqueza dos líderes dos EUA e colocou em andamento “um ataque aos empregos e à riqueza norte-americana”. Não mencionou o México, alvo habitual de seus ataques quando fala da imigração e do livre comércio, mas culpou o tratado com o México e o Canadá, assinado nos anos noventa, pela crise industrial.


No texto 2 ele diz que adotara uma postura, que poderá ser definido como o isolacionismo militarista insinuando que ninguém mais respeita a política externa dos EUA que é uma verdadeira piada lá também tem outras coisas interessantes.
Ele defendeu uma política exterior agressiva e, ao mesmo tempo, uma retirada estratégica. Repreendeu os aliados da OTAN por gastarem pouco com defesa e ameaçou deixá-los fora do guarda-chuva norte-americano, mas depois expressou sua vontade de conviver bem com os aliados árabes e com China e Rússia.
O América first se aplica à diplomacia e ao comércio, sob a forma de políticas protecionistas. Trump acredita que o problema essencial dos EUA é que parou de colocar seus interesses antes que os do resto. “Nossos amigos e inimigos colocaram seus países acima do nosso e nós devemos fazer o mesmo, sem deixar de tratá-los bem”, disse ele. “Não vamos entregar este país ou seu povo, à música falsa do globalismo”.

Bom em base ele tem alguns aspectos fascistas como ufanista, militarista, etnocentrista, e considera algumas outras nações inferiores e principalmente venera o Estado acima de tudo.

O Reich tropical: a onda fascista no Brasil

A história do início do século 21 parece repetir a do século 20. De um lado, insurgências populares eclodem aqui e acolá. De outro, há o claro crescimento da extrema direita conservadora. Mas há uma diferença significativa, e profundamente preocupante, entre o passado e o presente. Desencantada de sua história e imersa em pequenos conflitos que causam grandes desgastes, a esquerda hoje está muito mais fraca do que há cem anos*.
O desequilíbrio entre uma esquerda enfraquecida e uma direita que detém o monopólio do capital financeiro e informacional, sem sombra de dúvidas, pesa para um único lado.
Se Celso Russomanno (PRB) e o Pastor Feliciano (PSC) não tivessem sido os deputados mais bem votados em São Paulo, e se o Rio de Janeiro não tivesse escolhido Jair Bolsonaro (PP) em primeiro lugar, eu poderia jurar que o deputado mais votado no Rio Grande do Sul, Luis Carlos Heinze (PP), que declarou que “quilombolas, índios, gays e lésbicas: tudo o que não presta” era um caso isolado de uma possível patologia gaúcha. Mas infelizmente não é.
Desde junho de 2013, muito tem se falado em guinada à direita ou da onda conservadora. O que poucos mencionam, no entanto, com a devida clareza necessária, é que tem emergido uma multidão raivosa e fascista. Essa hipótese se baseia nos fatos que elenco abaixo, os quais se indicam uma tendencia de violência física e moral a diferença e a diversidade.
Há uma sequência de eventos que não podem ser analisados separadamente. Primeiramente, logo após as Jornadas de Junho, veio o ódio e o racismo destilado aos integrantes do rolezinho – ódio este que senti na pele por ter sido agredida de todas as maneiras possíveis quando escrevi o Etnografia do Rolezinho. Não me surpreendeu, portanto, que 82% da população de São Paulo achassem que a força policial deveria agir para impedir o movimento dos jovens – segundo revelou uma pesquisa da época. Depois fomos brindados com o episódio da apresentadora do SBT Rachel Sheherazade, que defendeu publicamente o linchamento do adolescente negro e menor de idade que cometeu um assalto. Nessa linha, o aumento de casos de gays espancados no Brasil acontece paralelamente a torcidas de futebol que gritam “macaco, macaco”, e que trazem à tona uma população que se solidariza mais com uma criminosa branca do que com o agredido negro.
Dando apoio ideológico a esse circo de horrores, angariando milhões de leitores com o sensacionalismo vulgar disfarçado de conteúdo, colunistas das piores – mas igualmente poderosas – revistas do Brasil aplaudem muitos desses eventos e estimulam a disseminação da mentira, ao inferir que, se nada for feito, a ditadura comunista irá imperar sob o reinado de pobres e gays. Controlando os aparatos hegemônicos da mídia e disseminando mentiras, os grupos dominantes elegeram a mais conservadora bancada de sua história – ato que não poderia ter sido plenamente realizado sem a eclosão incontrolável de ofensas criminosas aos nordestinos. Finalmente, mas não menos importante, o recente caso da suspeita de ebola desvelou crimes de racismo, xenofobia e intolerância humana de uma vez só.
O fascismo brasileiro é mais complexo do que o italiano ou o nazismo alemão. Ele é mais difícil de identificar, possui um ódio mais pulverizado direcionado uma massa ampla e difusa. É animado por uma mídia suja, uma polícia violenta, um movimento religioso fanático e uma elite sui generis que, na teoria, defende o liberalismo, mas na prática age para defender privilégios.
Ao passo que os italianos e alemães viam seu povo como superior, o fascismo idiossincrático à brasileira não idolatra a si próprio, mas sim aqueles países que lhes barra na imigração.
A semente do fascismo tropical está presente em todas as classes, em todas as regiões. Há quem diga que ele piorou após Junho de 2013. Há quem acredite que sempre foi assim e que ele apenas mostrou sua cara como tendência da polarização. Há quem diga que se trata apenas de um resultado das leves mudanças das estruturas da profunda desigualdade brasileira ou mesmo do limbo entre Junho de 2013 e as eleições de 2014. Em qualquer uma das hipóteses, o germe do ódio está às soltas no Brasil pronto para linchar física e moralmente todo aquele que não se enquadra establishment masculino, branco, heterossexual, rico, bem-sucedido e cheio de bens de consumo.
A ameaça comunista é uma mentira. A ameaça fascista é uma realidade.
Eu gostaria de encerrar minha coluna olhando para frente, elencando algumas atitudes que me parecem urgentes para a esquerda, ou para todos aqueles que entendem que a universalidade da humanidade está em sua capacidade de produzir a diferença.
Primeiro, me parece fundamental não eleger Aécio Neves (PSDB), que se alia às piores figuras dessa nova bancada. Isso não significa que as alianças de Dilma Rousseff (PT) sejam menos sórdidas. A diferença é que o PT ainda tem uma base forte calcada nos movimentos sociais. Para os petistas à esquerda, o dever de casa é, depois do susto, lutar para reconstruir suas antigas bandeiras. Para a esquerda não petista, partidária ou anarquista, é preciso ampliar sua base popular. Em ambos os casos, como eu disse há poucos dias nas minhas redes sociais, ficar xingando a tudo e a todos de coxinha me parece uma estratégia burra para quem é minoria neste País.
Contra a onda fascista, a esquerda precisa se fortalecer, se entender, reconhecer suas fragilidades, ocupar os meios de comunicação de massa, ampliar a base de diálogo, ouvir a população e falar para ela, reconstruir seus heróis e lembrar que nenhum aparato dominante é mais forte do que o genuíno sonho por justiça social.
*Agradeço a Bolívar Marcon Pinheiro Machado por este insight e a todos/as que comentaram este tema recentemente em minhas redes sociais

 (texto retirado do sitio: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-reich-tropical-a-onda-fascista-no-brasil-2883.html

ARGUMENTAÇÃO

De  acordo com o texto Tudo que a esquerda não gosta, é fascismo.PORTANTO Tudo o que critica o que a esquerda gosta, é algum tipo de preconceito disfarçado.Tudo o que a esquerda gosta, é a melhor opção de todas  um direito inalienável, uma questão humanitária.

Estado fascista?

Então o que entendi de fascismo é um governo totalmente autoritário ,onde reprime as pessoas através de opressão.E tira o direito de a população dar sua opinião e expressão. E assim o povo vai se recuando por medo. E também que deu pra ver é que tem a diferença das classes e poderes que mostra a individualidade de cada um. Bom é praticamente um governo ditador